domingo, 4 de dezembro de 2011
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
oi estranho
"sonha com o urso goma."
"amor, amo-te muito."entre mudanças de telemóveis, mensagens antigas se descobrem.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Adeus, Damien
Each one believing that love never dies, até que o amor morre.
Adeus, querido blog.
(Ensinarias qualquer um a amar)
terça-feira, 26 de julho de 2011
Rui Veloso a concordar comigo
contigo aprendi uma grande lição
não se ama alguém que não ouve a mesma canção
domingo, 24 de julho de 2011
terça-feira, 19 de julho de 2011
antes que outra te conheça o indicador como eu, morremos
No dia em que me cavaste a sepultura reparei que só o teu corpo suportaria o meu peso. Agora quero cavar uma para ti mesmo a meu lado, de corpo gelado pararias de não me amar. Enterrar-me-ia e abriria um túnel para a tua mão só para te agarrar o indicador que sempre foi o primeiro em que tocava nas salas de cinema antes de encher a mão de ti e aquele em que meus lábios treinavam antes de fechares os olhos e eu te enfiar na boca como quem quer que me chegues ao coração.
Vamos morrer como quem se ama.
Sabemos que não vou sozinha para debaixo da terra.
domingo, 10 de julho de 2011
o pão nosso de cada dia
When I saw him get off that plane with her, I really thought I hit rock bottom. But today, it's like there's rock bottom, then 50 feet of crap, then me.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
domingo, 3 de julho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
mas a Primavera já passou
"Quando não te doeu acostumar-te a mim,
à minha alma solitária e selvagem,
a meu nome que todo afugentam.
Tantas vezes vimos arder o luzeiro
nos beijando os olhos e sobre nossas cabeças
destorcer-se os crepúsculos em girantes abanos.
Sobre ti minhas palavras choveram carícias.
Desde faz tempo amei teu corpo de nácar ensolarado.
Chego a te crer a dona do universo.
Te trarei das montanhas flores alegres,
copihues, avelãs escuras, e cestas silvestres de beijos.
Quero fazer contigo o que a primavera faz com as cerejas."
à minha alma solitária e selvagem,
a meu nome que todo afugentam.
Tantas vezes vimos arder o luzeiro
nos beijando os olhos e sobre nossas cabeças
destorcer-se os crepúsculos em girantes abanos.
Sobre ti minhas palavras choveram carícias.
Desde faz tempo amei teu corpo de nácar ensolarado.
Chego a te crer a dona do universo.
Te trarei das montanhas flores alegres,
copihues, avelãs escuras, e cestas silvestres de beijos.
Quero fazer contigo o que a primavera faz com as cerejas."
Pablo Neruda
sexta-feira, 24 de junho de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
como prometido
Afirmas que brigamos. Que foi grave.
Que o que dissemos já não tem perdão.
Que vais deixar aí a tua chave
E vais à cave içar o teu malão.
Mas como destrinçar os nossos bens?
Que livro? Que lembranças? Que papel?
Os meus olhos, bem vês, és tu que os tens.
Não te devolvo – é minha – a tua pele.
Achei ali um sonho muito velho,
Não sei se o queres levar, já está no fio.
E o teu casaco roto, aquele vermelho
Que eu costumo vestir quando está frio?
E a planta que eu comprei e tu regavas?
E o sol que dá no quarto de manhã?
É meu o teu cachorro que eu tratava?
É teu o meu canteiro de hortelã?
A qual de nós pertence este destino?
Este beijo era meu? Ou já não era?
E o que faço das praias que não vimos?
Das marés que estão lá à nossa espera?
Dividimos ao meio as madrugadas?
E a falésia das tardes de Novembro?
E as sonatas que ouvimos de mãos dadas?
De quem é esta briga? Não me lembro.
Que o que dissemos já não tem perdão.
Que vais deixar aí a tua chave
E vais à cave içar o teu malão.
Mas como destrinçar os nossos bens?
Que livro? Que lembranças? Que papel?
Os meus olhos, bem vês, és tu que os tens.
Não te devolvo – é minha – a tua pele.
Achei ali um sonho muito velho,
Não sei se o queres levar, já está no fio.
E o teu casaco roto, aquele vermelho
Que eu costumo vestir quando está frio?
E a planta que eu comprei e tu regavas?
E o sol que dá no quarto de manhã?
É meu o teu cachorro que eu tratava?
É teu o meu canteiro de hortelã?
A qual de nós pertence este destino?
Este beijo era meu? Ou já não era?
E o que faço das praias que não vimos?
Das marés que estão lá à nossa espera?
Dividimos ao meio as madrugadas?
E a falésia das tardes de Novembro?
E as sonatas que ouvimos de mãos dadas?
De quem é esta briga? Não me lembro.
Rosa Lobato Faria
segunda-feira, 9 de maio de 2011
sábado, 23 de abril de 2011
Casa, por David Mourão Ferreira
Tentei fugir da mancha mais escura
que existe no teu corpo, e desisti.
Era pior que a morte o que antevi:
era a dor de ficar sem sepultura.
Bebi entre os teus flancos a loucura
de não poder viver longe de ti:
és a sombra da casa onde nasci,
és a noite que à noite me procura.
Só por dentro de ti há corredores
e em quartos interiores o cheiro a fruta
que veste de frescura a escuridão...
Só por dentro de ti rebentam flores.
Só por dentro de ti a noite escuta
o que sem voz me sai do coração.
domingo, 17 de abril de 2011
e eu choro
It's never over, my kingdom for a kiss upon her shoulder
It's never over, all my riches for her smiles when I sleep so soft against her
It's never over, all my blood for the sweetness of her laughter
It's never over, she is the tear that hangs inside my soul forever
Maybe I'm just too young to keep good love from going wrong
Oh... Lover, you should've come over
'Cause it's not too late.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
domingo, 3 de abril de 2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
"Give Up The Ghost"
Don’t hurt me
Don’t haunt me
Gather up the lust in your soul
In your arms, in your arms
Gather up the pitiful
In your arms, in your arms
What seems impossible
In your arms, in your arms
I think I have had my fill
In your arms, in your arms
I’ve been told to give up the ghost into your arms
Into your arms
sábado, 26 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
uma tarde de mão dada, pipocas e miminhos
Hoje acabei por ceder ao Blue Valentine. Aproveitei a doença (falsa de acordo com o Vasco) para ficarmos em casa a vê-lo. Apesar de não ter conquistado um lugar no IMdB pessoal foi bonito. Ele é a Cindy mas prometeu-me ficar sempre comigo. Tal como eu lhe disse que era a never - ending Summer (com a excepção que em vez de IKEA foi Moviflor da última vez).
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Eternal Sunshine of the Spotless Minds
How happy is the blameless vestal's lot!
The world forgetting, by the world forgot.
Eternal sunshine of the spotless mind!
Each pray'r accepted, and each wish resign'd ...
Alexander Pope
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
death proof
«Cheers, Butterfly. The woods are lovely, dark, and deep. And I have promises to keep. Miles to go before I sleep. Did you hear me, Butterfly? Miles to go, before you sleep.»
sábado, 12 de fevereiro de 2011
CC
«I feel wonderful because I see the love light in your eyes
And the wonder of it all is that you just don't realize how much I love you»
(todas queremos chan-love com clapton)
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
So am I
«Being in a couple and committing, making sacrifices, it's hard. But if it's the right person, then it's easy. Looking at that girl and knowing she's all you really want out of life, that should be the easiest things in the world. And if it's not like that, then she's not the one. I'm sorry.»
blue valentine
Quero muito ver o Blue Valentine e estou a tentar resistir à facilidade de download para o ver no cinema. Portugal é sempre a mesma merda.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Vasco III
Quando dou pela tua cabeça no meu peito vejo os nossos filhos a subirem para a nossa cama na manhã de Domingo.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
É tudo menos desespero
Não eram meus os olhos que te olharam
Nem este corpo exausto que despi
Nem os lábios sedentos que poisaram
No mais secreto do que existe em ti.
Não eram meus os dedos que tocaram
Tua falsa beleza, em que não vi
Mais que os vícios que um dia me geraram
E me perseguem desde que nasci.
Não fui eu que te quis. E não sou eu
Que hoje te aspiro e embalo e gemo e canto,
Possesso desta raiva que me deu
A grande solidão que de ti espero.
A voz com que te chamo é o desencanto
E o esperma que te dou, o desespero.
Nem este corpo exausto que despi
Nem os lábios sedentos que poisaram
No mais secreto do que existe em ti.
Não eram meus os dedos que tocaram
Tua falsa beleza, em que não vi
Mais que os vícios que um dia me geraram
E me perseguem desde que nasci.
Não fui eu que te quis. E não sou eu
Que hoje te aspiro e embalo e gemo e canto,
Possesso desta raiva que me deu
A grande solidão que de ti espero.
A voz com que te chamo é o desencanto
E o esperma que te dou, o desespero.
Ary dos Santos
amor é ver beleza em "todas" as músicas
Nunca me deixes, eu preciso de ti
O amor é uma loucura e tu precisas de mim
Em qualquer altura, em qualquer lugar
Sinto a tua presença até no meu olhar.
Da Weasel
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
never - ending Summer
Quando as expectativas e a realidade são iguais eu posso ser quão lamechas quiser.
"PÉNIS!" e eu sou a mulher mais feliz do mundo
déjà vu
Eram duas "ela" e um "ele". Uma amava, outra queria e ele era, bem, ele era ele. Ela quis e teve durante anos tudo quando a outra queria amar. Até que o "verdadeiro amor" surgiu mas com com ele nenhum adiamento. Ela nunca deixou de amar, ela deixou de querer mas a estupidez fodeu-os sempre.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Moviflor
Ontem fomos à Moviflor e decidímos que antes de frigorífico e fogão vamos comprar uma cadeira à la Joey and Chandler.
(pelo menos até descobrir que sentar em cadeiras era cena de gajos)
domingo, 30 de janeiro de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
domingo, 23 de janeiro de 2011
In memory of Tom, The Builder
Estou com vontade de traçar um percurso por Inglaterra e o actual Priorado de Kingsbridge e a sua catedral constam nele.
(ps. espero pela construção de uma nova catedral no condado de Shiring).
em dias que se anda a pé
Gosto de fazer pernas almofadas.
Relva cama.
Que faças de tronco encosto.
Mais duas bicicletas e tudo continua igual.
Relva cama.
Que faças de tronco encosto.
Mais duas bicicletas e tudo continua igual.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Somos a maré alta de quem ama
Primeiro a tua mão sobre o meu seio.
Depois o pé – o meu – sobre o teu pé.
Logo o roçar ardente do joelho
E o ventre mais à frente na maré.
É a onda do ombro que se instala.
É a linha do dorso que se inscreve.
A mão agora impõe, já não embala
Mas o beijo é carícia, de tão leve.
O corpo roda: quer mais pele, mais quente.
A boca exige: quer mais sal, mais morno.
Já não há gesto que se não invente
Ímpeto que não ache um abandono.
Então já a maré subiu de vez.
É todo o mar que inunda a nossa cama.
Afogados de amor e de nudez
Somos a maré alta de quem ama.
Por fim o sono calmo, que não é
Senão ternura, intimidade, enleio:
O meu pé descansando no teu pé,
A tua mão dormindo no meu seio.
Depois o pé – o meu – sobre o teu pé.
Logo o roçar ardente do joelho
E o ventre mais à frente na maré.
É a onda do ombro que se instala.
É a linha do dorso que se inscreve.
A mão agora impõe, já não embala
Mas o beijo é carícia, de tão leve.
O corpo roda: quer mais pele, mais quente.
A boca exige: quer mais sal, mais morno.
Já não há gesto que se não invente
Ímpeto que não ache um abandono.
Então já a maré subiu de vez.
É todo o mar que inunda a nossa cama.
Afogados de amor e de nudez
Somos a maré alta de quem ama.
Por fim o sono calmo, que não é
Senão ternura, intimidade, enleio:
O meu pé descansando no teu pé,
A tua mão dormindo no meu seio.
Rosa Lobato Faria
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
burn down our home, I won't leave alive
Things have gotten closer to the sun
And I've done things in small doses
So don't think that I'm pushing you away
When you're the one that I've kept closest
(one step forward and two steps back)
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
domingo, 16 de janeiro de 2011
sábado, 15 de janeiro de 2011
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